O leilão do 4º Ciclo de Oferta Permanente sob o regime de partilha chegou ao fim na manhã desta quarta-feira (7) com sete blocos arrematados de um total de 13 áreas que foram oferecidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Ao todo, o leilão movimentou R$ 530,46 milhões em bônus de assinatura e prevê investimentos de R$ 778,42 milhões nas áreas arrematadas. No entanto, por se tratar de um leilão sob regime de partilha, o principal indicador é o excedente de óleo para a União. E, neste aspecto, o certame de hoje conseguiu um resultado satisfatório, já que todos os blocos arrematados registraram ágio sobre o percentual mínimo estabelecido no edital da concorrência.
Na Bacia de Campos, foram arrematados os blocos Magnetita, Hematita e Azurita. Já na Bacia de Santos, os vencedores foram Jade, Cruzeiro do Sul, Rubi e Rodocrosita. O blocos Turmalina, Larimar, Aragonita, Opala, Granada e Cerussita não receberam lances.
O maior ágio da rodada foi registrado no bloco Rodocrosita, na Bacia de Santos, com 494,64%. A área foi arrematada por um consórcio formado por Equinor e Galp, com participações de 70% e 30%, respectivamente. A Equinor será a operadora do bloco.
Hematita, também na Bacia de Campos, foi arrematado pela PRIO e teve o segundo maior ágio do leilão, de 315,03%. Já Azurita, adquirido pela Petróbrás, registrou ágio de 139,81%. Magnetita, por sua vez, que foi comprado também pela PRIO, teve ágio de 132,79%.
Na Bacia de Santos, o bloco Jade teve ágio de 65,76% após oferta do consórcio formado pelas chinesas CNOOC e Sinopec, enquanto Rubi registrou 91,72% com o lance vencedor ofertado pela Equinor. Cruzeiro do Sul, arrematado pela Petrobrás, apresentou o menor ágio entre os blocos arrematados, de 8,07%. O
No regime de partilha de produção, parte do petróleo e do gás produzidos pelas empresas é destinada à União — o chamado “percentual do excedente em óleo”. A empresa ou consórcio que oferecer o maior percentual será o vencedor e arrematará a área em disputa.






