Não há qualquer dúvida que a ROGe subiu de patamar e tornou-se a maior feira de petróleo do mundo, superando a OTC, que anualmente é realizada em Houston, no Texas. A organização feita pelo IBP merece um elogio, mesmo antes do evento terminar. As coisas funcionaram bem. Desde a limpeza, passando pela segurança e organização e beleza da feira. Onde o IBP foi responsável, foi sucesso. Mas no que coube a GLS, a empresa que alugou o espaço para que a feira pudesse ser realizada, não. Infelizmente. Especialmente na saída do segundo dia. A falta de organização foi total.
Milhares de carros tentavam sair do Riocentro e encontravam apenas duas saídas. De um lado, a saída pela Estrada dos Bandeirantes, com um engarrafamento completo. A falta de preparo técnico dos profissionais que estavam nas
cabines complicavam ainda mais. A saída mais próxima da Avenida Abelardo Bueno, o horror se repetiu. A chuva piorou ainda mais o tráfego de carros, que sentiu a falta de apoio da Guarda Municipal do lado externo. Sob chuva, pouca visibilidade e muita desorganização. Além disso, faltou táxi e UBER ou 99 para as pessoas que deixavam a feira. Foi praticamente impossível fazer o link passageiro-carro. Essas observações podem ajudar a organização a ganhar Nota 10. Basta a organização do IBP chamar a atenção do pessoal da GLS e abrir mais saídas dos estacionamento, acelerando o processo. Antecipando a checagem de saída.
Um destaque especial que não se pode deixar de citar foi a volta das grandes petroleiras a eventos como esse. Shell, ExxonMobil, bp, Petrobrás, Repsol Sinopec, Equinor, TotalEnergies, enfim. Elas voltaram a se apresentar. Por outro lado, notou-se também a ausência das antigas grandes empresas de engenharia que dominavam o setor nos idos de 2012, no auge da Lava Jato. A fila andou e surgiram outras empresas que não dominam mais o setor, mas participam de um mercado que voltou a ficar vigoroso.







