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A HITACHI ENERGY VÊ O BRASIL COMO POLO DE COMPONENTES PARA TRANSFORMADORES NA AMÉRICA LATINA E DECIDE INVESTIR R$ 385 MILHÕES PARA ALCANÇAR ESTA META

A Hitachi Energy, líder global em eletrificação, anunciou  um novo investimento é o mais recente marco no compromisso de longo prazo da Hitachi Energy com o Brasil, reforçando o papel do país na construção da infraestrutura necessária para a chamada “Era da eletricidade”, disse a companha num comunicado.  Também faz parte da estratégia global mais ampla da empresa, apoiada por mais de US$ 9 bilhões em investimentos para expandir a capacidade e acelerar a transição energética em todo o mundo. O investimento inclui uma nova instalação dedicada à fabricação de buchas e comutadores, que será localizada junto ao complexo industrial de transformadores de potência já em construção em Pindamonhangaba, São Paulo, bem como a expansão da produção de materiais isolantes em Guarulhos, São Paulo. O investimento reforça a posição do Brasil como âncora energética da região e fortalece o papel do país como único fabricante de buchas e comutadores para transformadores de alta tensão na América Latina. A expansão fortalecerá a capacidade da Hitachi Energy de atender clientes em toda a América Latina com prazos de entrega menores, maior resiliência na cadeia de suprimentos e maior disponibilidade de componentes críticos para transformadores.

A empresa diz que o investimento fortalece ainda mais as capacidades de fabricação da Hitachi Energy no Brasil e aumenta a resiliência de sua cadeia de suprimentos. A expansão da capacidade produtiva local para componentes estratégicos reduz a exposição a interrupções globais e oferece maior previsibilidade em custos, produção e prazos de entrega, contribuindo para um atendimento mais ágil aos mercados brasileiro e internacional. A expansão industrial faz parte da estratégia de longo prazo da Hitachi Energy para ampliar sua presença no Brasil e atender às crescentes necessidades da infraestrutura elétrica, desde a fabricação de equipamentos até o suporte aos clientes durante todo o ciclo de vida de seus ativos. “Estamos fortalecendo nossa operação local no Brasil, combinando capacidade industrial, tecnologia, componentes e serviços para atender às necessidades crescentes do sistema elétrico“, afirma Glauco Freitas, responsável pela América Latina do Sul e Diretor Geral da Hitachi Energy no Brasil. “Mais do que expandir nossa capacidade de produção, estamos construindo uma operação que nos permite estar mais próximos de nossos clientes e apoiá-los durante todo o ciclo de vida de seus ativos, além de expandir o papel estratégico do Brasil em nossas operações globais.” Como os próximos 25 anos serão moldados pelas decisões tomadas hoje, este investimento reforça o papel estratégico do Brasil na construção das tecnologias e infraestruturas necessárias para um mundo mais eletrificado.

Além de criar mais de 120 empregos diretos nas duas localidades, a nacionalização da produção reduzirá significativamente a dependência de importações da Europa e da Ásia. “O Brasil já possui uma expertise industrial bem estabelecida na produção de componentes para transformadores. Em 2026, atingimos o marco de 100.000 buchas e 4.000 comutadores produzidos localmente nos últimos 40 anos, um histórico que demonstra a capacidade técnica e o conhecimento que construímos no país“, afirma Alexandre Malveiro, responsável pelo Hub de Transformadores LATAM da Hitachi Energy. “Com esse investimento, estamos dando mais um passo nessa jornada, expandindo nossa escala e incorporando tecnologias e processos ainda mais avançados para atender à crescente demanda nos mercados brasileiro e global.” Este novo aporte eleva os investimentos totais da Hitachi Energy no Brasil para mais de US$ 350 milhões, como parte de uma estratégia abrangente para fortalecer a presença industrial da empresa no país. A nova instalação contará com tecnologias de fabricação de ponta, com uma parcela significativa dos recursos direcionada à inovação e modernização dos processos produtivos, incluindo automação robótica, veículos guiados automatizados (AGVs) e digitalização das operações. A nova unidade adicionará capacidade para buchas impregnadas com papel em óleo (OIP), além de aumentar a capacidade para buchas a seco impregnadas com resina (RIP) e sem papel, tecnologia cada vez mais solicitada pelos usuários finais da região para eliminar o risco de explosões e incêndios em subestações, além de proporcionar maior durabilidade e segurança para a rede elétrica.

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