Depois de bons investimentos no mercado internacional, a Liderroll volta novamente seus olhos para o mercado nacional. A Liderroll deixou de ser apenas uma empresa voltada para o mercado de dutos no Brasil e já está atuando em serviços de engenharia de manutenção, expandindo os horizontes de seus negócios. Energia, através de projetos de inteligência Artificial no segmento de transmissão em atraído a empresa para alguns desafios. Mas nesta edição da ROGe, o seu presidente, Paulo Fernandes, guardou segredo para anunciar que a Liderroll abriu uma divisão de projeto, construção, comissionamento de Big datacenter para atender a exigente demanda de dados para as necessidades de energia da Inteligência Artificial. O suporte da Liderrol nesta empreitada repleta de complexidade vem através de uma parceria com a gigante sueca NOKIA, que é a maior empresa detentora deste conhecimento e fornecedora de todo o sistema, atuando com a Liderroll como a integradora e empresa de engenharia que assume o EPC de todo o projeto. É uma área em franca expansão, com a NOKIA trazendo a confiabilidade do mercado internacional justamente por
preservar a segurança dos dados com máximo rigor que a marca sempre primou e construiu com a sua imagem. O casamento é perfeito também para a área de monitoramento de dutos, no controle e fiscalização contra vandalismos e furtos. Toda tecnologia usando o novo sistema de fibra ótica sensível a interferências do meio, além da própria transmissão de dados. Nao há nada mais moderno e mais focado para as linhas de dutos do mundo inteiro. No Brasil a Liderroll e a Nokia são os pioneiros.
Paulo Fernandes disse que se surpreendeu como o tamanho da Rio Óleo Gás e Energia ( ROGe). “ É verdade que eu esperava que o evento tivesse ganhado corpo, mas o seu crescimento foi muito acentuado nesta edição. Isso mostra que os investimentos no setor de óleo e gás no Brasil se consolidaram e boas alternativas.” Fernandes falou também sobre a estruturação da companhia para disputar o mercado de manutenção: “É verdade. Estamos mobilizados para disputar um setor que é importante para a engenharia e pode proporcionar bons ganhos. Nossos engenheiros estão cada vez mais expandindo o conhecimento com a Inteligência Artificial, que é uma realidade na vida de muitas empresas e muitos profissionais.
Pelo menos aqueles que veem nela uma oportunidade de desenvolvimento profissional usando seus recursos para baratear custos, tornar os serviços, as atividades, mais eficientes e com os custos muito menores.”
O empresário aproveitou a feira para conhecer de perto o trabalho de desenvolvimento que está sendo feto pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro. Lá, ele se encontrou com o ex-presidente da Abemi, Antônio Muller, aproveitando para tratar deum tema que vem preocupando grande parte das empresas e de empresários: o apagão de mão de obra: “ A Firjan faz um trabalho importante que pode aliviar com o déficit de mão obra no mercado. É uma realidade que estamos acompanhando pelas dificuldades que temos encontrado. Falta mão de obra qualificada, treinada. Tenho falado, denunciado esta falta de explosão de profissionais de ensino médio que está no mercado, que pode ter uma qualificação melhor, mas se sujeita a trabalhos de subemprego para não ir enfrentar. Esta é uma luta que todas as empresas já precisam enfrentar.”






